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Terá sucesso a empresa que oferecer plataformas para se conectar com os seus consumidores.
Há algumas semanas, tive o privilégio de me conectar com pessoas completamente diferentes, no entanto com ideias bastante alinhadas, que me fizeram pensar em como vivemos em um mundo tão dinâmico, disruptivo e aberto a transformações. Um amigo e empreendedor que conheci na China há alguns anos me apresentou um consultor que mora em Londres, que me convidou a conhecer o líder da banda U2, Bono Vox, durante sua apresentação no Brasil, na semana passada. Bono é um fã incondicional do Facebook. Ele estava interessado em saber mais sobre o crescimento acelerado da empresa no Brasil. Bono reservou uma sala privada para conhecer algumas pouquíssimas pessoas. Entre elas, estava o juiz maranhense Marlon Reis, um dos coordenadores do MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral), rede que congrega 50 entidades e foi responsável pelo projeto que deu origem à Lei da Ficha Limpa. Marlon me encontrou e, entusiasmado, logo disse que o Facebook, juntamente com o Twitter, tinha sido o catalisador mais importante do movimento Ficha Limpa. Por meio dessas duas redes sociais, seu movimento tomou força e se transformou em tema de prioridade nacional. Bono se encantou com…
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¿Por qué los brasileños no reaccionan ante la corrupción de sus políticos?
28 Maio, 2011 Márlon Reis 7 comentários
JUAN ARIAS - Río de Janeiro - 07/07/2011 EL PAÍS
El hecho de que en solo seis meses de Gobierno, la presidenta Dilma Rousseff haya tenido que pedir la dimisión a dos ministros de primera importancia, heredados del gabinete de su antecesor Luiz Inácio Lula da Silva, el de la Casa Civil o Presidencia, Antonio Palocci -una especie de primer ministro- y el de Transportes, Alfredo Nascimento, caídos ambos bajo los escombros de la corrupción política, ha hecho preguntarse a los sociólogos por qué en este país, donde la impunidad de los políticos corruptos ha llegado a crear una verdadera cultura de que "todos son ladrones" y que "nadie va a la cárcel", no exista el fenómeno, hoy en voga en el mundo, del movimiento de los indignados.
¿Es que los brasileños no saben reaccionar frente a la hipocresía y falta de ética de muchos de los que les gobiernan? ¿Es que no les importa que tantos políticos que les representan en el Gobierno, en el Congreso, en los Estados o en los municipios, sean descarados saboteadores del dinero público? se preguntan no pocos analistas y blogueros políticos.
Ni siquiera los jóvenes, trabajadores o estudiantes, han manifestado hasta ahora la…
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